[vídeo] Novo Chrome: nem o Google gosta de anúncios chatos!

É oficial, o Google não gosta de anúncios excessivamente intrusivos, como pop-ups, em sites. Isso parece irônico, não é? Afinal, o Google ganha dinheiro com a publicidade. No entanto, para o buscador, a prioridade número 1 é tornar a experiência do usuário positiva.

Confira o vídeo sobre Pop Up e Splash no seu site

No início do ano de 2017, o Google colocou os sites com anúncios interstitials em dispositivos móveis na lista negra e agora toma uma atitude contra pop-ups e outros anúncios irritantes.

Mas o Google não é o único que é irritado por anúncios pop-ups. Os clientes da sua empresa também não gostam deles. Uma pesquisa realizada pelo HubSpot em parceria com a empresa AdBlock Plus mostrou que os consumidores não gostam de anúncios excessivamente intrusivos, em especial, anúncios para celular, de vídeo e pop-ups.

O Google odeia anúncios pop-ups

Não surpreendentemente, o estudo descobriu que um dos tipos de anúncios mais frustrantes eram anúncios pop-ups de páginas inteiras com um ”X” de fechar o anúncio difícil de encontrar. Veja esse exemplo no site da CNN: o anúncio da Volvo ocupa quase a página inteira do canal de notícias e não tem um botão de fechar fácil de achar. Observe que as notícias em si quase não aparecem e elas que são o objetivo principal do canal de notícias. 

O Google odeia anúncios pop-ups

É 99% anúncio e aquele 1% de notícia!

A pesquisa da Hubspot ainda mostra algumas outras estatísticas:

  • 83% dos entrevistados acreditam que nem todos os anúncios são ruins, mas gostariam de ter a possibilidade de filtrar anúncios desagradáveis
  • 63% dos entrevistados disseram que a maioria dos anúncios on-line não “parece profissional”
  • 56% das pessoas sentiram que os anúncios insultam a inteligência
  • 77% concordam que gostariam de poder filtrar anúncios ao invés de bloquear completamente todos os anúncios

Como consumidores, todos sabemos o que são os “anúncios irritantes”: aqueles que o forçam a aguardar antes de poder acessar o conteúdo que deseja ler, anúncios de página inteira que ultrapassam sua tela, anúncios co…

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Marcas sinônimos: quais são seus diferenciais?

Se você acompanha nosso blog deve lembrar que falamos há alguns posts sobre marcas que se tornaram sinônimos. Falamos dos fatores que fazem uma marca se tornar referência: ser a primeira no mercado, ser a única no mercado, ser a única a fazer propaganda, ter sua qualidade destacada, ter um alto valor agregado, alguém da sua família falar da marca por não saber o nome do produto e isso passar de geração em geração, além de outros fatores.

Agora vamos analisar os principais fatores para entender como as marcas tornam-se referências.

Destaque no mercado

Quando pensamos em marcas que se tornaram metonímia de produtos, é indiscutível que elas já estão há um longo tempo no mercado. São empresas bem consolidadas e que souberam trabalhar da forma correta o branding, a imagem da marca.

Muitas dessas marcas foram as primeiras do seu segmento, como a lâmina de barbear descartável Gillette. É raro encontrarmos quem fale “lâmina de barbear descartável”. A marca Gillette virou um termo genérico do produto. Criada em 1900, pelo americano King C. Gillette, que cansado de ter que mandar afiar suas navalhas, criou um aparelho com longa durabilidade, mas que fosse descartável e barato. Assim surgiu a primeira lâmina descartável de barbear, da Gillette.

Como foi a primeira do segmento, foi evidente ter se tornado sinônimo, porém nem todas as marcas foram as primeiras do seu mercado. Um exemplo disso é a marca de requeijão cremoso Catupiry. Fundada no início do século passado, a empresa destacou-se pela qualidade de um produto que já era conhecido de uma parte da população: o requeijão cremoso. Porém dois fatores fizeram da marca um destaque e, consequentemente, um sinônimo: a qualidade – afinal o requeijão cremoso era feito por um processo diferente de outras marcas – e a forma de negócio.

Por que investir em Marketing?

Todas as marcas que se tornaram sinônimos seguiram esse caminho e o fizeram com maestria. O início do século anterior foi uma época marcada pelo surgimento das m…

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[Vídeo] Landing page que converte de verdade – Qual a importância da Landing Page para seu site?

Quer uma landing page que converte? Acompanhe este post e o vídeo para saber mais.

Todo empreendedor sempre almeja crescimento. E espera que tal expansão seja aliada a um reconhecimento de seu negócio e, é claro, unindo tudo isso a possibilidade de lucrar cada vez mais.  Para alcançar esses objetivos, é preciso que sua empresa venda, e para isso é necessário que ela se destaque. Isso não significa simplesmente colocar seus seus produtos/e ou serviços em um anúncio e esperar que eles se vendam sozinhos. É preciso traçar um plano, uma estratégia que vise alcançar o resultado ideal. Para isso, é fundamental usar métodos eficazes. Um deles é a Landing Page.

[Vídeo] – Landing page que converte de verdade

O que são Landing Pages?

Uma das estratégias mais eficientes para transformar visitantes em leads, e ainda captar informações valiosas, em sua tradução literal, as páginas de aterrissagem são páginas usadas para conversão, que podem ser tanto a venda final como para gerar leads. Na teoria, ela pode ser toda página em que um usuário acessa o seu site, desde o acesso direto pela home ou por um post encontrado nos mecanismos de busca, ou seja, pode ser qualquer página que leve o usuário a homepage do site onde ele acaba “se virando sozinho”. Mas na prática, hoje a landing page funciona como uma página com conteúdos mais simples e que cumprem o único objetivo que esse usuário gostaria de alcançar ao aterrissar na página, ou seja, a conversão.

Como o objetivo final é converter, as Landing Pages são desenvolvidas com menos elementos, conteúdos e links do que uma página tradicional, evitando assim, distrações. Basicamente, ela possui quatro elementos: título, oferta, formulário e call-to-action. Esse modelo pode ser variável.

 Por que criar uma página com pouco conteúdo e poucas ações?

Imagine que você está navegando pela internet e procura sobre um assunto. Ao realizar a pesquisa no buscador se depara com uma promoção relacionada ao assunto buscado. Nessa página só existe…

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Proteção do Patrimônio Pessoal: quais medidas o empreendedor deve tomar?

Se a sua empresa acumular dívidas ou estiver próxima de fechar, como você pode proteger seus bens familiares e pessoais, de acordo com a lei?

A prolongada crise econômica atual abre caminho para enfrentarmos a importante e delicada questão da proteção do patrimônio pessoal do empreendedor. Veja nesse artigo quais medidas são fundamentais para todo empreendedor tomar, como forma de se resguardar.

O sócio da sociedade limitada não tem responsabilidade limitada?

A sociedade limitada costuma ser o tipo societário adotado por empreendedores. Foi ela que popularizou no Brasil o importante instrumento da limitação da responsabilidade dos sócios ao capital da sociedade. Ao constituir uma sociedade limitada, o empreendedor faz constar do seu contrato social o valor do investimento que será realizado, o capital social. Uma vez registrado o contrato social na Junta Comercial, o capital da sociedade torna-se público, podendo ser consultado por credores, empregados, consumidores e quem mais se relacionar com ela. Desse registro, nasce uma pessoa jurídica, com patrimônio próprio, separado do patrimônio pessoal dos sócios.

Uma vez constituída, a sociedade ganha vida própria, estabelecendo relações com empregados, fornecedores, clientes, o fisco, bancos e outros. Com o seu desenvolvimento, a empresa deixa de interessar apenas aos sócios que a constituíram ou mesmo a eventuais futuros sócios, passando a ser também do interesse de todos esses atores que com ela se envolvem.

Cada um deles se beneficia da empresa de acordo com a sua respectiva relação, ou seja, os empregados obtêm trabalho, os fornecedores vendem seus produtos e serviços, os clientes compram os produtos e serviços que desejam, o fisco arrecada tributos, os bancos fornecem produtos e serviços bancários e assim por diante. E muito importante: todos se relacionam com a sociedade conhecendo o valor do seu capital social e, portanto, sabendo o limite até o qual ela se responsabiliza pera…

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Será que consigo estruturar meu negócio para pensar mais na estratégia?

De tudo o que está acontecendo na sua empresa hoje, o que é mais importante você olhar de perto?

Em uma das mentorias que participei, um empreendedor de uma empresa da área de saúde estava preocupado porque alguém tinha lhe falado que ele precisava realizar um exercício de estratégia. Ele, portanto, queria saber exatamente o que deveria fazer. Pedi que ele esquecesse estratégia por um momento. Perguntei primeiro sobre o seu negócio e quais eram suas preocupações. Logo notei que, de fato, ele não precisava de nenhuma estratégia.

Sua empresa tinha produtos de altíssima qualidade a preços competitivos e margens atraentes, mas pouquíssimos clientes, já que ele tinha crescido por meio dos relacionamentos pessoais que cultivou em sua carreira como profissional de saúde. O que o preocupava era como ele poderia criar uma força de vendas que pudesse ampliar mercados, trazer novos clientes e aumentar a receita do seu negócio.

Isso fazia muito sentido. Como ele nunca tinha tido uma equipe de vendas, é fácil imaginar a quantidade de coisas que ele precisava aprender e executar para criar uma: definir perfil de vendedores, estrutura de vendas, um plano de vendas, se é por geografia ou por contas, sistemas de gestão etc. Então, estava claro o que se precisava fazer.

Fico imaginando o que empresas relativamente pequenas, com recursos limitados, vão fazer com muitas análises e variáveis intermináveis que muitos desses exercícios estratégicos geram. O grande risco é que eles possam distrair a organização de onde ela deveria focar sua energia, nesse caso, uma empresa com menos de 100 funcionários criando uma área nova e fundamental.

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Então duas primeiras observações que quero ressaltar, e que os empreendedores devem tomar cuidado:

1) O que é “pensar mais na estratégia”? Empreendedores devem com certeza refletir se as escolhas que estão fazendo para suas empresas seguem uma lógica coerente, …

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Saímos na Revista Exame – “Agência de Marketing Digital de Curitiba cria projeto inovador com equipe de programadores da Índia”

Veja a Matéria Completa Na Exame – Clique aqui 

A Mercado Binário – agência de marketing focada em automação e vendas – esteve em Hyderabad, na Índia, com uma equipe de programadores para desenvolver o robô de marketing Elevaweb, que utiliza a inteligência artificial para automatizar processos empresariais.

O próximo passo da humanidade é a evolução da computação cognitiva, essa é a terceira fase computacional – a primeira foi a computação de tabulação (1900), a segunda a computação programática (1950) e a terceira, a que vivemos hoje: o momento em que o ser humano utiliza cada vez mais o auxílio da inteligência artificial em processos que antes eram exclusivamente manuais.

Agência de Marketing Digital de Curitiba cria projeto inovador com equipe de programadores da Índia

Todas as áreas de conhecimento estão sendo impactadas virtualmente por esses recursos: medicina, educação, habitação, marketing, business etc. O potencial do computador já foi testado em 1996, na marcante competição de jogo de xadrez entre um computador e um jogador campeão (Deep Blue vs Kasparov), na qual o computador venceu o humano. Hoje, a inteligência artificial continua em constante desenvolvimento, com ações como o sistema WATSON, desenvolvido pela IBM, que tem sido utilizado na área médica auxiliando nas análises e tratamentos de câncer.

O marketing digital é uma das áreas da comunicação mais impactadas por avanços tecnológicos e a inserção da inteligência artificial. Essa transformação tem levado cada vez mais empresas e organizações se voltarem as novidades do mundo digital para permanecerem competitivas. Além das utilizações citadas, os bots já estavam presentes em simulações dentro de jogos para computadores. Hoje, com a inserção da realidade virtual e gamificação, os bots estão tomando mais espaço para estudo e testes. Há um ano, o Messenger já anunciava a utilização de bots e algumas empresas foram pioneiras com as melhorias.

Bot, como é chamado um robô de inteligência artificial, vem do termo robot. Sua função é criar um padrão baseado na repetição de simulação de ações humanas. O debate que vivemos hoje é a relação bots x comportamento da sociedade.

Um estudo divulgado em março de 2017 pela Deutsche Welle mostrou a influência dos bots em campanhas eleitorais, onde os robôs conseguiram emitir opiniões e induzir o público durante as eleições, persuadindo processos de decisão política. Esse cenário é inquietante hoje, afinal os bots também foram utilizados em uma campanha eleitoral nos Estados Unidos. Além disso, existe um projeto de pesquisa na Universidade de Oxford chamado Political Bots, que estuda as mudanças de comportamento e opinião na sociedade vindas de redes sociais como o Twitter.

Provocativa ou não, a utilização de robôs de automação tem como objetivo acelerar processos e melhorar a relação do homem com o computador para decifrar a linguagem humana e gerar comandos. Na mídia, os robôs criam maneiras inteligentes de propagação de conteúdo.

O mercado brasileiro está começando a explorar o nicho de inteligência artificial para marketing digital. Os sócios da agência Mercado Binário, Raphael Lacerda e Rodrigo Schvabe, são pioneiros em automação de conteúdo, pois perceberam a necessidade do mercado e desenvolveram um robô de automação de marketing.

Segundo os especialistas, é preciso entender que há diversas atividades na comunicação organizacional que são fixas, repetitivas e envolvem pouca criatividade:

“nessas atividades, utilizar a automação é uma forma de diminuir os processos e poupar tempo e, por consequência, diminuir custos ”, afirma Schvabe.

A startup desenvolvida pela dupla será lançada em 2017 e visa automatizar parte das ações de marketing digital. A ideia é comercializar o produto para que qualquer empresa possa usar o painel em seu site, sem a criação de novas páginas ou de complicadas configurações. Afinal, de acordo com Lacerda:

“as empresas brasileiras usam menos de 10% das tecnologias de automação de marketing disponíveis no mercado, seja por falta de conhecimento ou desconhecerem as metodologias envolvidas. A automação é uma maneira de ganhar velocidade e proporcionar alto retorno da comunicação em escala”.

Com as tecnologias atuais, o robô Elevaweb replica textos relevantes de portais de notícias parceiros em sites que for instalado. Por meio de um banco de dados e uma programação de publicação estabelecida pelo usuário, o robô busca na fonte – em portais de notícia, por exemplo – matérias sobre determinados assuntos e publica no blog da empresa. Sendo assim, além de manter os sites sempre atualizados, o robô faz a publicação desse conteúdo nas principais redes sociais, gerando tráfego para o site e interação entre o público.

A distribuição de conteúdo também acontece por meio de envio de newsletter, estreitando assim o relacionamento com a base de contatos por meio de mais uma plataforma: a caixa de e-mail. Todo esse processo acontece de maneira automática seguindo a programação do usuário.

Neste ano, Rodrigo esteve com o time de programadores indianos envolvidos no projeto para discutir novas ideias e soluções para a automação de marketing digital. Sendo assim, a ferramenta Elevaweb trará inovações e um aumento no número de ações disponíveis na ferramenta, viabilizando a utilização de uma enorme quantidade de dados para geração de novas ideias e tomadas de decisão de negócio por meio do marketing digital.

Conheça a Mercado Binário, nossos clientes e cases com resultados reais e efetivos. Acompanhe e compartilhe o nosso blog para saber tudo sobre Marketing Digital. Confira nossos projetos de criação de site, todos compatíveis com os dispositivos móveis.

Toda terça-feira um vídeo novo no Canal MB. Acesse também no Instagram.

 

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